Marketing, Publicidade e Propaganda – Breve cenário de Desafios e Perspectivas

A humanidade experimenta um progresso fabuloso das técnicas de comunicação, conferindo ao mundo dos negócios um cenário dinâmico de conquistas e desafios.

Os avanços tecnológicos permitem a difusão de conhecimentos nunca antes experimentada e exigem uma constante revisão e reestruturação de estratégias.

Nesse contexto, a dinâmica que integra o marketing, a publicidade e a Propaganda exige cada vez mais de seus profissionais uma fina percepção das realidades, excelente leitura de cenários e muita ousadia criativa.

Contudo, as aplicações desses conceitos na prática muitas vezes confundem não só o consumidor, mas os próprios profissionais da área. Qual a diferença entre esses três conceitos? Talvez seja prudente revisitá-los um pouco.

O Marketing é a ação mais abrangente na triangulação marketing-publicidade-propaganda. É a estratégia geral que articula todos os processos da relação empresa-produtos-consumidor, buscando entender as demandas do público-alvo para satisfazê-lo pela obtenção de uma solução, não pela mera aquisição de um produto ou serviço.

A publicidade trata da divulgação, torna produtos e serviços algo público através dos diversos meios de comunicação, suas vantagens e benefícios mais conhecidos e o consumidor mais convicto de querer adquirir o produto.

A propaganda, com seu enorme poder de construção de imagens e opiniões, induz à compra, recorrendo ao apelo da emoção, por exemplo, para conquistar e fidelizar públicos. É, portanto, produto da estratégia de marketing, sendo a publicidade a definição dos formatos pelos quais a propaganda é difundida.

São constantes os desafios postos às empresas para alcançar seus objetivos com a dinâmica desta triangulação. Exigem uma ação conjunta para afirmar e consolidar sua identidade institucional, seus produtos e seus diferenciais competitivos.

Philip Kotler, o mais expressivo nome da contemporaneidade no quesito Marketing, aponta o aumento o budget publicitário da empresa para o campo digital um caminho sem volta e determinante para a sobrevivência de qualquer empresa.

A valorização do conhecimento, das ideias e soluções do consumidor é conteúdo indispensável no estudo do marketing. E isto dialoga com a busca pela satisfação de todos os stakeholders. O aumento dos lucros, segundo ele, será perceptível.

Kotler destaca ainda a relevância das informações de que uma empresa dispõe para orientar estratégias. Contudo, o mais importante é o que é feito com esses dados. Pensar alto, atuar global e localmente de forma eficiente.

Nestas mudanças inadiáveis de paradigmas, o século XXI ainda presenteia os profissionais da área com o desafio de associar a empresa e seus produtos a valores culturais e regionais significativos para os consumidores, novos ou já fidelizados.

Não há dúvidas: marketing, publicidade e propaganda são indiscutivelmente relevantes na dinâmica das relações sociais, pois atuam no plano da criação de soluções e satisfação de necessidades nesta incessante busca humana pela melhoria da qualidade de vida
Fontes:
http://bit.ly/2h3Q3SW

http://bit.ly/2hemYk5

Em tamanho real, Mustang Hot Wheels se faz presente pelas ruas do Rio de Janeiro e São Paulo

Para os amantes de carros, que já brincaram quando criança com aqueles milhares de modelos diferenciados e divertidos que só se via em miniatura, será feita uma grande surpresa. Principalmente aqueles que costumam utilizar o aplicativo “Easy” para convocar uma corrida e são moradores do estado do Rio de Janeiro e São Paulo.

Pois após a iniciativa da empresa da Hot Wheels junto com a atual plataforma Easy (antigamente chamada Easy Taxi) decidiram liberar o modelo em tamanho real pelas ruas dos dois estados brasileiros, com a idéia “Vem de Hot Wheels”.

Como havia dito, após uma chamada pelo aplicativo, os passageiros ficarão vislumbrados quando virem aquele carro todo personalizado em sua frente, no lugar de um automóvel comum.

Sem contar que o Mustang Hot Wheels oferecerá não só suas funções para uma corrida mais emocionante ao passageiro, mas como uma porção de brindes e um uniforme todo customizado, contando com luvas, capacetes e jaquetas, tudo isso para que se familiarizem com o momento.

O usuário terá acesso a jornais que carregará matérias surreais das Cidades de São Paulo e Rio em relação a Hot Wheels, placas com animações para que o passageiro venha interagir, e o livre acesso ao wi-fi, facilitando ao usuário que registre os momentos, optando em se conecta e postar suas fotos no facebook.

Mas, para que isso aconteça, e uma boa dica para os que apreciam carros esportivos e muita aventura e gostariam de passar alguns momentos assim com esse Mustang todo personalizado, acesse o aplicativo “Easy”, aperte para ativar o filtro Hot Wheels e peça o serviço “EasyGo”. Feito isso, se no momento o carro estiver disponível ele chegá até o passageiro.

E para que venha satisfazer mais o usuário, dentre todos os que fizeram a corrida no Mustang, alguns sortudos serão escolhidos para que curtam mais a velocidade do carro e executar manobras radicais no Autódromo de São Paulo, em Interlagos.

Porém quem se interessa nessa eventual corrida, tem que estar bem atento nas datas, porque é por tempo limitado em ambas as cidades. Em São Paulo, o Mustang circulará até o dia 20 de dezembro de 2016, após essa data, ele será destinado ao Rio de Janeiro aonde permanecerá desde o dia 22 até o dia 31, último dia do ano de dezembro deste ano.

Saiba mais: http://bit.ly/2hexfkm

Nas redes sociais, quase metade das pessoas são convencidas a comprar algo

As redes sociais seguem alta no Brasil e no mundo. Facebook, Instagram, Twitter e outras crescem exponencialmente e fazem com que as empresas, de diversos os segmentos, cada vez mais atentem-se à elas. Diante disso, os comerciais em rede sociais são cada vez mais comuns, uma vez que resultados práticos de sucesso nas vendas tenham sido observados nos últimos tempos.

Em pesquisa publicada recentemente, constatou-se que 46% das pessoas envolvidas em redes sociais são convencidas a realizar uma compra a partir de vídeos publicados pelas marcas. Trata-se, portanto, de uma ação decisiva por parte dos grupos empresariais que assim se colocam em meio aos usuários os influenciando positivamente.

A pesquisa, elaborada pela Brightcove, através do estudo “The Science of Social Video: Turning Views into Value”, ouviu cinco 5.500 consumidores – do Reino Unido, Austrália, Alemanha, Estados Unidos e França.

Os resultados do levantamento evidenciam que as marcas passam a ter grande vantagem no mercado quando se atribuem de vídeos comerciais em redes sociais. Uma vez exposto a um vídeo desta natureza, o consumidor acaba sendo impactado positivamente no instante da compra.

Abaixo, pode-se conferir as conclusões mais notáveis a partir dos resultados da pesquisa.

Resultados expressivos

A cada dez consumidores que veem um vídeo comercial numa rede social, sete dizem que são influenciados de alguma maneira. A decisão de comprar ou não aquele determinado produto passa diretamente pelo o que ele viu e sentiu no vídeo. Dos sete, conclui-se que cinco realizam a compra.

A interação com as marcas nas redes sociais tem sido algo muito comum no meio virtual. Dentro de uma relação de cumplicidade, oito de cada dez consumidores fazem essas interações após assistirem algum vídeo proposto pela empresa. Ainda dentro deste contexto, oito de 10 afirmam que a maneira mais fácil de conhecerem uma determinada marca em modo online é por meio de um vídeo.

É importante ressaltar também que o aumento no consumo de vídeos em redes sociais tem participação diretas nas recentes atualizações de Facebook e Instagram, redes que agora permitem vídeos mais longos, o que não acontecia no passado.

Outros dados

• De acordo com o estudo, sete em cada dez consumidores passaram a consumir mais vídeos comerciais em redes sociais no último ano.

• A média diária de visualização de vídeos em redes sociais, sendo ele comerciais ou não, é de aproximadamente 49 minutos, o que gera um campo a ser explorado comercialmente.

• A média semanal de visualização de vídeos comerciais em redes sociais é de seis horas. Atribuindo-se apenas da chamada geração Z (jovens de 18 a 24 anos), essa média semanal sobe para nove horas.

Para conferir mais informações a respeito do levantamento realizado do estudo “The Science of Social Video: Turning Views into Value”, acesse http://abr.ai/2g7IKFc