MARKETING DA GERAÇÃO Z

Depois de ouvir um trecho da Gran Vals, de Francisco Tárrega, violonista espanhol do século XIX, despertei assustado e voltei ao mundo. Quem estaria ouvindo esta música hoje em dia, de onde vinha e quem haveria de se interessar por tal virtuosismo? Ainda meio modorrento, vi o vulto da minha filha Gabriela correndo para o quarto e sacando o telefone celular do bolso, num dos raros momentos em que ela lhe dava um descanso. Tal ação fez-me lembrar de meu avô, num movimento quase análogo, também a sacar do bolso seu relógio de prata, preso por uma correntinha, para consultar uma informação importantíssima para ele: era quase hora do almoço.

Deste pequeno acontecimento cotidiano é possível identificar a Geração Z, classificação sociológica que vem sendo bastante utilizada após a geração dos Baby Boomers (1). Paciência, disciplina e sujeição às hierarquias, são características quase extintas que fazem parte das gerações X e Y, antecessoras da Geração Z, que já não diferencia o mundo online do offline, tem uma relação peculiar com o tempo, aversão a horários rígidos e dificuldade de atenção. Sim, a Geração Z é indisciplinada e carece de profundidade, se teimarmos em utilizar regras do passado, no entanto é mais ativa, participativa e crítica, sem citar o domínio inato da tecnologia.

O estudo de marketing comumente mapeia seu público-alvo, como fez com as gerações Y, X e os Baby Boomers, estabelecendo nichos de mercado e técnicas de abordagem precisas, mas o que era linear agora é não-linear, o que era analógico é digital e muito do que se aprendeu em décadas anteriores, principalmente no século XX, se liquefez. A importância deste target vem crescendo à medida que sua densidade como potencial de consumo é verificada nas mídias digitais no suporte móvel (mobile). Neste foco serão usadas estratégias específicas e técnicas publicitárias como os virais, email-marketing, anúncios com base em informações coletadas em dados de navegação, artigos direcionados de grande impacto e etc (Saiba mais).

Enquanto novas dificuldades são colocadas, recursos de pesquisas e identificação do público-alvo são superpostos às ferramentas de Publicidade/Marketing, observando que cada dispositivo móvel é um usuário e consumidor em potencial. É neste cenário, em plena efervescência, que a relação Marketing x Geração Z deixa evidente a célebre máxima feita por Marshal McLuhan: “O meio é a mensagem” (2).

 

Notas

(1) “Baby Boomer”, (explosão de bebês, em inglês), é uma expressão que dá nome ao episódio histórico que relata o aumento de nascimentos após a Segunda Guerra Mundial (Saiba mais).

(2) Herbert Marshall McLuhan foi filósofo, educador e teórico da comunicação canadense.

Quando o anúncio tem tudo a ver com o desejo do cliente: coincidência?

Em algum lugar do mundo pode existir alguém, neste momento, lendo um conteúdo avulso na web e que, de repente, se depara com uma propaganda ao canto da página, a respeito de um produto qualquer. Curiosamente, esse mesmo alguém estivera realmente pensando em adquirir esse produto. Chegou a pesquisar a respeito na internet, alguns momentos antes… E tornou-se mais uma isca do mercado.

O acesso à informação tem facilitado cada vez mais a vida do consumidor. Hoje em dia, há variedades de lojas virtuais, bem como cresce o volume de compras pela internet. Seguindo essa tendência, a novidade mais recente a respeito da web é que informações valiosas sobre o perfil das pessoas chegam aos computadores das empresas, e fazem brilhar os olhos dos especialistas em marketing. Buscas online, troca de e-mails, cliques, e uma diversidade de acessos estão compondo um robusto banco de dados, que fica à disposição de empresários do mundo todo. Só é necessário estruturá-lo e aplicar-lhe as estatísticas necessárias para encontrar potenciais clientes.

É a era do Big Data! Estabeleceu-se o tempo de se buscar os dados disponibilizados em nuvem para alavancar os negócios. Conforme publicou o jornal eletrônico Meio e Mensagem, chegou o momento em que é possível transformar “quantidade em qualidade”, e a obtenção de informações acuradas e personalizadas passou a significar mais dinheiro, maior faturamento e aumento dos lucros. Além de armazenar um imenso volume de dados, a Big Data tem se tornado cada vez mais gerenciável, à medida em que novas tecnologias lhe são incorporadas para melhorar a eficiência. A expectativa é que, acompanhando o progresso tecnológico, o acesso ao banco de dados se torne menos oneroso e de mais fácil acesso, a fim de aumentar sua eficiência.

Se, por um lado, o avanço da tecnologia e a globalização abriram horizontes às relações mercadológicas, por outro, a era digital intensificou as chances de se prospectar clientes em qualquer parte do globo. Cada vez mais barreiras da comunicação são ultrapassadas pela informática e os mercados conectados, que são os que saem na frente, tornam-se superaquecidos nesse novo ambiente de concorrência virtual.

Portanto, alguém que esteja fazendo, sem qualquer compromisso, uma busca na internet inocentemente e sem compromisso, já comunicou ao gigante Big Data sobre sua intenção. A informação já chegou na nuvem e um potencial fornecedor – ou vários –, começará a se apresentar através de novos anúncios, ou outros recursos da web, na tentativa de lhe proporcionar insights e… Aumentar a carteira de clientes!

Nizan Guanaes, mago da publicidade brasileira

Nizan Mansur de Carvalho Guanaes Gomes nasceu em Salvador, capital da Bahia no dia 09 de maio de 1958, estudou no Colégio Maristas de Salvador, graduou-se em Administração de Empresas pela Universidade Federal da Bahia. Iniciou sua vida profissional como redator publicitário na DM9 Propaganda em Salvador do publicitário Duda Mendonça, trabalhou na agência publicitária Artplan, situada no Rio de Janeiro e depois na DPZ e W/McCann, ambas sediadas em São Paulo.

Aos 31 anos, Nizan Guanaes, em sociedade com João Augusto Valente e o Banco Icatu, comprou a marca DM9, instalando a sede na capital paulista, tornando-a uma das maiores agências de publicidade do Brasil com reconhecimento internacional nos anos 90.

Devido a sua grande expansão no mercado mundial, despertou o interesse do grupo norte-americano DDB Worldwide, realizando uma fusão, criando em conjunto a DM9DDB em 1997.

Em 2000, Nizan Guanaes vendeu as suas ações da empresa para o DDB Worldwide e fundou o portal da internet gratuito iG que apresentava duas inovações: democratizar o acesso à internet no Brasil e oferecer notícias em tempo real, modernizando o jornalismo on-line.

Lançou como garoto-propaganda do portal, um cachorrinho da raça escocesa West Highland White Terrier, ou Westie, pois a imagem amigável do cãozinho aproximaria o grande público do universo da web, projetando o provedor como um dos mais acessados do país, sendo comprado em 2012 pela Realtime Corp.

No ano de 2002, Nizan Guanaes, juntamente com seus antigos sócios, João Augusto Valente e o Banco Icatu, fundou o grupo ABC e engajou-se novamente no mercado publicitário em parceria com a DM9DDB.

Neste mesmo ano, inaugurou a África, cuja sede funciona em São Paulo, atualmente, possuindo com escritórios nas cidades cosmopolitas do Rio de Janeiro e Nova Iorque.

Nos anos seguintes na função de chairman da holding ABC, liderou a entrada do grupo no mercado de marketing e publicidade internacional, com fundação da agência Pereira & O’Dell na cidade São Francisco nos Estados Unidos, direcionou os negócios para as áreas de conteúdo e entretenimento, através da instalação da Dojo, também em São Francisco. e expandiu os ativos financeiros da ABC, impulsionando as operações de aquisição de outras agências nacionais e estrangeiras.

Em 2015, o Grupo ABC foi vendido por 1 bilhão de dólares para a holding norte-americana Omnicom, concretizando a maior negociação do mercado publicitário brasileiro.

A trajetória profissional de sucesso no ramo do marketing publicitário e o espírito criativo e empreendedor fizeram com que Nizan Guanaes fosse considerado um dos mais influentes empresários da publicidade mundial, por diversas ocasiões agraciado com prêmios de destaque cedidos pelas mais importantes entidades da área da comunicação, marketing e publicidade a nível mundial.

Ativista social, dedicado a desenvolver projetos de incentivo educacional e conservação do patrimônio cultural brasileiro em parceria com escolas brasileiras e com a Clinton Foundation/CGI, fundação criada pelo ex-presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton.

Nizan Guanaes foi nomeado como Embaixador da Boa Vontade da UNESCO numa solenidade em Paris no ano de 2011, em razão de sua dedicação em incentivar programas da UNESCO de inclusão social, melhoria da educação e cultura das populações mais carentes no Brasil e outras partes do mundo; empreendedor conceituado faz parte da organização global Endeavor Brasil, que estimula as ações dos líderes do empreendedorismo mundial e redige artigos quinzenalmente para o Jornal Folha de São Paulo.

MARKETING, PUBLICIDADE E O CÍRCULO VIRTUOSO DO CONSUMO

Seria impossível pensar a sociedade do século XXI sem pensar no consumo como uma das forças que a sustentam e dinamizam seu desenvolvimento. Também designada pela expressão “Sociedade de Consumo”, é fortemente marcada pela aquisição de produtos (1) de forma massificada, ou seja, que passaram pelo processo de produção em série (Fordismo), normalizados e uniformizados. Outra característica emblemática da Sociedade de Consumo é a relação do consumidor com o produto, relação sígnica e comunicacional, ou seja, fruto de diálogo estabelecido simbolicamente onde o bem adquirível transcende sua constituição material e utilitária representando algo mais para o consumidor e seu grupo específico.

 

Os Mass media

Da necessidade de dar escoamento à produção que excede à procura, surgem os fundamentos do marketing e os meios de divulgação e propagação. Assim, o marketing está presente desde a concepção de um novo produto até o estudo de estratégias de propaganda e pós-venda, mapeando o público-alvo e estabelecendo um relacionamento duradouro e cíclico entre produto e consumidor. A propaganda (publicidade, na sua ação concreta), enquanto ferramenta de marketing, tem seu alcance amplificado na abrangência dos Mass Media, “que são ao mesmo tempo canais de difusão e expressão que não se dirigem a um indivíduo mas a um público-alvo com características socioeconômicas e culturais […]” (MOLES, 1971) (Leia mais).

 

Marketing antes do marketing

Do escambo aos mercados populares – e é possível imaginar nas vielas de São Salvador da Bahia de Todos os Santos, no Brasil Império – um tipo de propaganda rudimentar que já se ouvia nos mercados de peixe, cada qual a destacar sua mercadoria no grito, como é feito ainda hoje nas feiras livres ou em certos aglomerados varejistas, de modo a chamar a atenção do comprador. Certamente você já ouviu a expressão “vender o peixe”, aplicada em contextos em que um produto ou serviço deverá ser divulgado com eficiência para que o provável comprador ou contratante seja motivado e persuadido. Obviamente o escambo cedeu ao lastro fiel do dinheiro, imprescindível na atualidade, outrossim, esse alarde dos mercados de peixe pode ser comparado à voz que chega mais longe difundida pelos meios de comunicação de massa, enquanto o escambo foi amplificado pela flexibilidade do dinheiro.

 

O prazer do consumo

Neste quadro mercadológico em que nos encontramos, não somente para escoar o excedente de produção, como foi dito acima, o Marketing ajuda a criar novas necessidades – e chamaremos de círculo virtuoso a este moto perpétuo, que inicia no anseio do consumidor, é detectado pela inteligência de marketing, passeia pela gênese do produto, segue pelo marketing introjetado na publicidade, veiculada na propaganda pelas Mass media, e volta ao consumidor aplacando a ânsia e satisfazendo sua necessidade. Aliada à compreensão da psicologia humana, a publicidade é técnica que faz este círculo girar, a satisfazer a necessidade do consumidor, ainda que muitas vezes efêmera.

 

Nota

(1) O conceito de produto aplica-se a qualquer bem ou serviço, produtos materiais e não materiais.

 

Bibliografia

 

(A. Moles, La Communication et les mass media, Gérard-Marabout, 1971).

 

A publicidade nas redes sociais

Toda empresa precisa divulgar o seu negócio para expandir o seu alcance, se tornar mais relevante e assim conquistar novos consumidores com poder de compra. Atualmente várias estratégias são usadas para atingir um público alvo que pode estar dentro do mundo digital. Com o crescimento consecutivo do número de smartphones e do uso do computador, a informação chega muito mais personalizada para atingir um grupo específico de pessoas.

 

Quem curte redes sociais tem grandes probabilidades de ser influenciado pelos perfis que escolheu seguir. É assim que as principais redes sociais se baseiam: nas preferências do usuário. Baseado nessa visão empresas como o Instagram geram grandes lucros por anunciar produtos que tenham a ver com o público para o qual a publicidade está sendo enviada.

 

Estima-se que nesse ano de 2017, o Instagram supere o Twitter em número de anunciantes, um feito nunca antes realizado. Essa afirmação é baseada em uma pesquisa de uma empresa chamada Emarketer que considerou as marcas americanas que utilizam as redes sociais para divulgar os seus produtos.

 

O Facebook e o Twitter por vários anos era quem dominava o cenário de publicidade nas redes sociais mas com a dinâmica do mundo digital o Instagram está ganhando espaço e agora está na disputa da segunda posição entre as redes sociais mais usadas pelos anunciantes. De acordo com a pesquisa da empresa Emarketer 85,8% das marcas americanas irão preferir veicular seus anúncios no Facebook, 74,2% no Instagram, e 66,2% no Twitter.

 

Os novos formatos dos anúncios e posts patrocinados no Instagram elevaram os seus números publicitários. Entre fevereiro e setembro de 2016, a rede social teve um crescimento rápido de 200 mil para 500 mil anunciantes. Depois dos EUA, o Brasil é o país com o maior número de usuários.

 

A empresa que sabe utilizar as ferramentas das redes sociais para promover sua marca sem parecer incoerente consegue resultados satisfatórios para suas campanhas. Diante de tantas ofertas publicitárias no meio digital, saber se comunicar da forma mais autêntica, original e eficiente é uma característica que faz uma marca se beneficiar das redes sociais.

 

Nem sempre é simples escolher todos os aspectos que podem promover a marca de uma empresa em uma rede social, mas quando o trabalho é realizado com o foco no público alvo e na forma como ele está conectado, os resultados alcançados refletem todo o planejamento e a abordagem escolhida para mostrar da melhor maneira um serviço ou um produto no mundo das redes sociais.

Conheça a história da agência Mullen Lowe

A Mullen Lowe é uma agência de propaganda localizada em São Paulo, com escritório também no Rio de Janeiro. Ela nasceu com o nome BorghiErh Inteligência Criativa, em dezembro de 2002, sendo 100% brasileira. Em seu primeiro ano, faturou R$ 28 milhões e teve estreia com cinco campanhas veiculadas e oito contas. Com o rápido progresso, acumulou grandes clientes como a Grendene Calçados, Delta Air Lines, Revista Vogue e os Canais Fox.

 

Em dezembro de 2006, foi anunciada a fusão com a multinacional Lowe, unindo o crescimento da agência brasileira à força da rede internacional. Nos anos seguintes, foi notável a consolidação da operação e desenvolvimento do negócio. O nome foi alterado para Borghi Lowe, contando com a presença das duas marcas.

 

Um indicativo do sucesso foi a conquista de novas contas, de clientes de peso como Doriana, Vivara e Etna. Ao longo do tempo, outras contas integraram o portfólio como Caixa Econômica, Knorr, BIC, UOL e Kibon. Em 2009, a agência subiu da 18ª para a 3ª posição no ranking IBOPE/Monitor. Foi ainda indicada Agência do Ano na premiação Caboré e dois executivos do grupo receberam do Prêmio Colunistas o GP de Publicitários do Ano.

 

 

Em 2015, uma nova renomeação foi anunciada, decorrente da união entre a Lowe and Partners e Mullen US. Com isso, o Mullen Lowe Group decidiu padronizar suas filiais. A empresa passou a se chamar Mullen Lowe do Brasil.

 

Além da alteração no nome, houve ainda transformações com o objetivo de fortalecer a agência, com maior integração no desenvolvimento dos trabalhos. De acordo com o CEO global, Alex Leikikh, a unificação das redes tornou a marca um grupo com atuação internacional, sem divisões de departamentos. Todas as unidades consolidam a rede, não apenas a filial.

 

As instalações da Mullen Lowe em São Paulo foram reformadas para se adequar ao novo conceito. A unidade conta com menos divisões para aumentar as interações entre os profissionais e respectivos departamentos.

 

Em seu site, a Mullen Lowe Brasil se descreve como uma boutique criativa de atuação global, em mais de 65 países. Há enfoque no fato das outras agências serem distintas em relação ao aspecto cultural, mas ao mesmo tempo, reúne tamanho e proximidade. Dentre os clientes da filial brasileira, são listadas atualmente grandes empresas e marcas como Shopping Eldorado, Rexona, Votorantim, Academias Smart Fit, Três Corações, Pharmaton, Diageo, Elle, Fini, Cif, Axe, Becel, Anador, Vim e Omo.

Sony e Nielsen fazem estudo que explica como reagimos aos comerciais de acordo com a programaçao do momento

Até que ponto somos realmente influenciados pela propaganda? A célebre frase que diz que “a propaganda é a alma do negócio” é sempre questionada e confirmada por diversos estudos psicológicos e publicitários. Pois desta vez a Sony financiou estudo pioneiro que relaciona a programação com a propaganda subsequente à ela.

 

O estudo, realizado pela empresa de informação Nielsen, teve como objetivo compreender de que forma o conteúdo de diferentes programas e canais interfere na forma como efetivamente memorizamos e internalizamos os anúncios publicitários que ocorrem durante a atração. Janaína Brizante, diretora da empresa, declarou que “Por meio de ferramentas e técnicas de neuro, foi possível avaliar, de maneira científica, a intensidade do vínculo emocional que cada publicidade promoveu em seu público após a exposição a diferentes tipos de conteúdo, analisando padrões de atividade cerebral consciente e inconsciente do indivíduo, e a conexão entre a mensagem publicitária e a programação em que ela estava inserida”.

 

Foram selecionadas 168 pessoas (entre homens e mulheres de 25 a 49 anos de diferentes classes sociais), que assistiram conteúdos de TV selecionados pelo menos duas vezes na semana. Após isto, os indivíduos eram conduzidos ao laboratório da Nielsen, sendo submetidos às tecnologias de eye-tracking (monitoramento do movimento ocular) e EEG (eletroencefalografia) por meio da utilização de toucas que captam as regiões sensoriais do cérebro.

 

A Sony e a Nielsen escolheram 5 diferentes gêneros de programas: novela brasileira, programa de notícias, animação para adultos, série internacional e o The Voice, do Canal Sony, a fim de compreender melhor em qual tipo de programação os comerciais são mais “digeridos” pelo intelecto das pessoas.

 

Pois o resultado foi que o The Voice foi considerado o programa – dentre os estudados – em que os telespectadores mais entendiam, absorviam e prestavam atenção à ideia que as propagandas passavam. O programa efetivamente aumentou a “efetividade neurológica” das pessoas, enquanto também manteve o engajamento emocional necessário aos comerciais, a fim de associar aquela emoção constante no programa às marcas que divulgavam seus comerciais durante a exibição do programa.

 

Brizante explica que este resultado se deu principalmente por conta do caráter emocional e ao mesmo tempo racional da música. Segundo a diretora, ela é capaz de gerar estímulos comuns a todos os seres humanos, vez que há uma estrutura musical que é aceita em quase todo o mundo como ideal. Assim, os comerciais veiculados durante a exibição do The Voice acabam se beneficiando desta energia positiva, e sendo vistos com bons olhos pelos telespectadores – uma dica preciosa para as marcas.

 

Link para o site da Nielsen: http://bit.ly/1U1xl8M .

A publicidade nas redes sociais

Toda empresa precisa divulgar o seu negócio para expandir o seu alcance, se tornar mais relevante e assim conquistar novos consumidores com poder de compra. Atualmente várias estratégias são usadas para atingir um público alvo que pode estar dentro do mundo digital. Com o crescimento consecutivo do número de smartphones e do uso do computador, a informação chega muito mais personalizada para atingir um grupo específico de pessoas.

 

Quem curte redes sociais tem grandes probabilidades de ser influenciado pelos perfis que escolheu seguir. É assim que as principais redes sociais se baseiam: nas preferências do usuário. Baseado nessa visão empresas como o Instagram geram grandes lucros por anunciar produtos que tenham a ver com o público para o qual a publicidade está sendo enviada.

 

Estima-se que nesse ano de 2017, o Instagram supere o Twitter em número de anunciantes, um feito nunca antes realizado. Essa afirmação é baseada em uma pesquisa de uma empresa chamada Emarketer que considerou as marcas americanas que utilizam as redes sociais para divulgar os seus produtos.

 

O Facebook e o Twitter por vários anos era quem dominava o cenário de publicidade nas redes sociais mas com a dinâmica do mundo digital o Instagram está ganhando espaço e agora está na disputa da segunda posição entre as redes sociais mais usadas pelos anunciantes. De acordo com a pesquisa da empresa Emarketer 85,8% das marcas americanas irão preferir veicular seus anúncios no Facebook, 74,2% no Instagram, e 66,2% no Twitter.

 

Os novos formatos dos anúncios e posts patrocinados no Instagram elevaram os seus números publicitários. Entre fevereiro e setembro de 2016, a rede social teve um crescimento rápido de 200 mil para 500 mil anunciantes. Depois dos EUA, o Brasil é o país com o maior número de usuários.

 

A empresa que sabe utilizar as ferramentas das redes sociais para promover sua marca sem parecer incoerente consegue resultados satisfatórios para suas campanhas. Diante de tantas ofertas publicitárias no meio digital, saber se comunicar da forma mais autêntica, original e eficiente é uma característica que faz uma marca se beneficiar das redes sociais.

 

Nem sempre é simples escolher todos os aspectos que podem promover a marca de uma empresa em uma rede social, mas quando o trabalho é realizado com o foco no público alvo e na forma como ele está conectado, os resultados alcançados refletem todo o planejamento e a abordagem escolhida para mostrar da melhor maneira um serviço ou um produto no mundo das redes sociais.

Entre as ‘cabeças’ do mercado publicitário, Claudio Loureiro com a Heads

Com mais de 25 anos de experiência no mercado, a curitibana Heads propaganda construiu ao longo de sua história além de uma boa reputação, o status de ser uma das melhores empresas de publicidade para se trabalhar no Brasil, segundo o instituto “Great Place to Work”. Fundada por Claudio Loureiro, também CEO da empresa, a agencia foi a primeira do Brasil a aderir os princípios do empoderamento feminino oferecidos pela ONU Mulheres, e já detém a qualificação de ser uma das maiores do pais em dados sediados pelo IBOPE Monitor.

 

Reconhecendo o grande potencial de sua empresa, Claudio Loureiro decidiu ampliar sua área de atuação, e inaugurou unidades em mais três cidades pelo pais, são elas: Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília, pontos estratégicos para ampliar a capacidade de produção.

 

Com seu capital 100% nacional, motivo de orgulho da empresa, a Heads possui um core business voltado para estratégia de comunicação, e detém diversos clientes dos mais variados seguimentos e camadas da indústria, tais como Petrobras, Claro, Unimed, O Boticário e diversos outros.

 

Sendo detentora de uma trajetória de sucesso, a empresa atesta sua maestria através dos vários prêmios que recebeu. Dentre os quais há destaque para o El Ojo TNT com a obra “Saudade” produzida para a Caixa Seguradora, -onde Claudio Loureiro pontua, “Ganhamos 40% dos votos nas finais, é muito bom ver o reconhecimento do público apoiando nossa peça para ganhar o prêmio”-, e a 5ª edição do Prêmio GRPCOM de Criação na modalidade Responsabilidade Social, com campanha “Gente de Bem” feita para a Associação Gente de Bem, uma ONG ativista do desenvolvimento pessoal e profissional, o que conduziu a agencia de Claudio Loureiro a conquista de mais este importante prêmio, e expandiu sua fama para além das fronteiras nacionais consolidando seu lugar de destaque no mercado.

 

 

Além de possuir um inteligente e constantemente desenvolvido modelo de gestão de negócios, a empresa que no ano de 2016 apareceu listada entre as 25 maiores na área de publicidade no pais, tem sua política de atuação pautada no “Relacionamento”, palavra que descreve a forma como a agencia conduz suas atividades, buscando inovar e criar soluções para o ramo.

 

Visando otimizar e melhorar sua administração, um importante e relevante mecanismo de gestão e aperfeiçoamento foi implementado na empresa por Claudio Loureiro, funciona como sistema de consultoria, e atua na figura de um Conselho Consultivo. Sendo formado por nomes de renome de diversas áreas como Amaury Olsen, ex-presidente da empresa Tigre Tubos e Conexões e Líbano Barroso, anteriormente presidente da Tam e atualmente vice-presidente do GPA, o Conselho Consultivo em outras palavras visa auxiliar a agencia de propaganda em assuntos muito importantes, como o aprimoramento da comunicação com os stakeholders (público estratégico de interesse para a empresa), sem pôr em cheque o dinamismo e criatividade, que são singulares características da empresa.

 

Sua equipe composta pela nata dos melhores profissionais do pais, conta com quase 200 funcionários, e prima pela excelência em cada projeto que assume, transpondo e superando as expectativas com resultados provenientes de criações de muito bom gosto, diversidade e inteligência.

 

 

 

Sony e Nielsen fazem estudo que explica como reagimos aos comerciais de acordo com a programaçao do momento

Até que ponto somos realmente influenciados pela propaganda? A célebre frase que diz que “a propaganda é a alma do negócio” é sempre questionada e confirmada por diversos estudos psicológicos e publicitários. Pois desta vez a Sony financiou estudo pioneiro que relaciona a programação com a propaganda subsequente à ela.

 

O estudo, realizado pela empresa de informação Nielsen, teve como objetivo compreender de que forma o conteúdo de diferentes programas e canais interfere na forma como efetivamente memorizamos e internalizamos os anúncios publicitários que ocorrem durante a atração. Janaína Brizante, diretora da empresa, declarou que “Por meio de ferramentas e técnicas de neuro, foi possível avaliar, de maneira científica, a intensidade do vínculo emocional que cada publicidade promoveu em seu público após a exposição a diferentes tipos de conteúdo, analisando padrões de atividade cerebral consciente e inconsciente do indivíduo, e a conexão entre a mensagem publicitária e a programação em que ela estava inserida”.

 

Foram selecionadas 168 pessoas (entre homens e mulheres de 25 a 49 anos de diferentes classes sociais), que assistiram conteúdos de TV selecionados pelo menos duas vezes na semana. Após isto, os indivíduos eram conduzidos ao laboratório da Nielsen, sendo submetidos às tecnologias de eye-tracking (monitoramento do movimento ocular) e EEG (eletroencefalografia) por meio da utilização de toucas que captam as regiões sensoriais do cérebro.

 

A Sony e a Nielsen escolheram 5 diferentes gêneros de programas: novela brasileira, programa de notícias, animação para adultos, série internacional e o The Voice, do Canal Sony, a fim de compreender melhor em qual tipo de programação os comerciais são mais “digeridos” pelo intelecto das pessoas.

 

Pois o resultado foi que o The Voice foi considerado o programa – dentre os estudados – em que os telespectadores mais entendiam, absorviam e prestavam atenção à ideia que as propagandas passavam. O programa efetivamente aumentou a “efetividade neurológica” das pessoas, enquanto também manteve o engajamento emocional necessário aos comerciais, a fim de associar aquela emoção constante no programa às marcas que divulgavam seus comerciais durante a exibição do programa.

 

Brizante explica que este resultado se deu principalmente por conta do caráter emocional e ao mesmo tempo racional da música. Segundo a diretora, ela é capaz de gerar estímulos comuns a todos os seres humanos, vez que há uma estrutura musical que é aceita em quase todo o mundo como ideal. Assim, os comerciais veiculados durante a exibição do The Voice acabam se beneficiando desta energia positiva, e sendo vistos com bons olhos pelos telespectadores – uma dica preciosa para as marcas.

 

Link para o site da Nielsen: http://bit.ly/1U1xl8M