Como continuar sendo engraçado na publicidade, segundo alguns profissionais de criação

O humor na publicidade brasileira é o mais corriqueiro

Entre as mais variadas estratégias usadas pelos profissionais da publicidade para a construção de suas campanhas, como é bem sabido, está o humor. Tanto que pode ser até considerado um dos pilares da publicidade em nosso país. Até porque, se puxarmos pela memória, com certeza lembraremos, dentre as campanhas mais icônicas, algumas com tom de piada, mas sem a perda daquele tom de “ideia brilhante”.

Pois bem, se por uma lado o brasileiro está disposto a rir das situações e até mesmo de si próprio, por outro, à medida em que o tempo passa, ele vai tornando-se mais e mais exigente. É necessário então, por parte do publicitário, o feeling do que cabe ainda e do que já não tem mais graça, do que é “piada velha”.

Essa evolução, em tempos do politicamente correto, requer um maior cuidado com a piada que é feita e com a forma que ela será interpretada, além dessa questão de não ser enjoativo. Por isso, vale a pena ouvir a opinião de criativos e profissionais desse mercado.

 

Dicas de profissionais da área para continuar sendo engraçado

O diretor de criação da Fischer, André Pedroso, expôs a opinião de que fazer piadas com minorias, como os homossexuais, sempre foi ofensivo, até mesmo nos anos 1980, quando era mais comum e não se tinha o que hoje chamam de “politicamente correto”. Portanto, ele concluiu que se houve erros nesse sentido, nas décadas passadas, em propagandas humor, isso se deu por conta de profissionais irresponsáveis, já que um responsável não erraria, nesse sentido, em época alguma.

Já Dedé Eyer, que é diretor nacional de criação da NBS, lembra a todos que “o mundo mudou”, assim levando à situação em que certas piadas não têm mais a mesma graça de antes. Ele ainda afirma que não vale mais o argumento de que aquilo “é apenas uma piada”, pois se não fez rir, é porque não serviu e pronto. Lembra também que, com a democratização do humor, oferecida pela internet, houve maior diversificação de tipos de humor, mas que piadas que inferiorizam pessoas não têm mais graça alguma.

Uma dica muito importante, para a aproximação da marca com o público, veio de João Livi, o CEO da Talent Marcel. Segundo ele, ao fazer graça na propaganda, essa marca acaba por se colocar num patamar de igualdade com os consumidores atingidos pela peça publicitária. Assim, serve o humor para “quebrar o gelo” inicial entre produtor e consumidor, entre vendedor e comprador. Ele também questionou o porquê de ainda se insistir tanto em piadas repetidas, como as cunhado, vizinho e sogra. Segundo afirma, já houve uma saturação disso, por parte do público.

Por fim, Rafael Urenha, que é CCO da DPZ&T, condena como “sem graça” o que chamou de “velhos gatilhos”, querendo dizer o ato, por parte dos publicitários, de explorar imagens estereotipadas, como a que se faz das mulheres. Segundo ele, o mercado publicitário tem de estar sempre atualizado quanto ao comportamento das pessoas no momento, como agem, como se divertem, e, principalmente, como pensam. Assim, resume o humor numa fórmula de ser, simplesmente, “fazer uma crônica desses costumes”. Reforçando ainda a necessidade de se ter uma autenticidade na forma de fazer esse humor, para que dê certo com o público.

Conheça o Manaira Shopping, do empresário Roberto Santiago

 

Inaugurado em 1989, o Manaira Shopping, idealizado por Roberto Santiago, apresenta uma das arquiteturas mais modernas do país. Localizado em João Pessoa, capital da Paraíba, o centro comercial foi idealizado pelo empresário cuja trajetória e trabalhos merecem destaque.

Trata -se do maior shopping do estado e um dos maiores do Brasil, com capacidade para um público estimado de 350 mil consumidores. O potencial de venda é um dos mais expressivos do país, reforçando a capacidade do empresário de gerar rendimentos.

Para se ter uma ideia, outro shopping do empreendedor, o Mangabeira Shopping (também em João Pessoa) apresenta a seguinte situação: uma loja inaugurada no Mangabeira chega a registrar um faturamento cinco vezes maior quando se comparado a outras lojas no país.

Ter mais de um empreendimento não é um problema. Segundo Roberto Santiago sobre o Manaira Shopping, o percentual de clientes que migraram do shopping para o Mangabeira Shopping não passa de 5%. Mesmo assim, o percentual de crescimento sempre girou entre 10 e 15% ao ano.

Prova disso são as expansões e reformas realizadas no empreendimento desde sua inauguração. Ao longo desses 18 anos, foram cinco expansões, que visam adequar a demanda do público, trazer mais conforto e atender aos anseios dos lojistas.

História e estrutura do Manaira Shopping e Roberto Santiago

A construção durou pouco mais de dois anos e sua inauguração foi em 11 de novembro de 1989. De lá para cá passou houveram mudanças, com destaque para a criação de um espaço gourmet. Por mês, o centro comercial recebe 1,6 milhões de pessoas e por ano são 19,2 milhões consumidores.

A estrutura do Manaira, de Roberto Santiago, surpreende com 135.000 m² de área construída; 86.908 m² de área locada e estacionamento para 3180 veículos. Só a praça de alimentação possui mais de 10.000 m². O cinema conta com 11 salas, além de GameStation, Boliche e Strike Bar, parque e buffet infantil, academia, faculdade e centenas de lojas dos mais variados segmentos.

O Domus Hall também merece destaque. É uma casa de shows toda pensada e climatizada para receber atrações nacionais e internacionais. O lugar foi inaugurado em novembro de 2009 e tem capacidade para até 8 mil pessoas.

A casa recebe também exposições de arte, apresentações de dança e teatro, recepções e eventos em geral. São dois pavimentos: o térreo e o mezanino com camarotes, bares, lounge music e banheiros confortáveis.

O empresário, idealizador do Manaira Shopping, Roberto Santiago é empresário nascido em João Pessoa – PB em 16 de julho de 1958. Ele é conhecido por ser proprietário de um grupo que opera e gerencia mais de 15 shoppings no nordeste brasileiro. Durante a juventude, estudo no Colégio Marista Pio X, tradicional colégio da capital. Em seguida cursou Administração na UNIPÊ.

Roberto Santiago começou sua carreira no Café Santa Rosa e com o conhecimento que adquiriu montou seu primeiro empreendimento no ramo de cartonagem. Conheceu outros campos, como o de loteamento até chegar aos centros comerciais.

O empresário sempre se destacou no campo dos negócios, principalmente pela capacidade de encontrar boas oportunidades. Trata-se de uma pessoa visionária, que sabe apostar e trazer bons rendimentos.

3 IDEIAS PODEROSAS QUE CONSTREM AS MELHORES MARCAS

Conseguir ser bem sucedido em um empreendimento ou mesmo na carreira profissional, e fazer com que os clientes optem pelos seus serviços em relação aos da concorrência, é uma meta possível para quem entende o que há por de trás da criação de boas marcas e que com o passar do tempo tornam-se as melhores por mérito.

Mesmo as empresas mais valiosas do mundo investiram e ainda investem em melhorar ainda mais as suas marcas, pois todas as estratégias que visam aumentar o número de clientes apoiam-se diretamente na marca, e se esta não é bem estruturada, logicamente que dificilmente haverá resultados plausíveis.

” Que fundamentos ou ideias constroem marcas poderosas?, já a seguir “

  1. Imagem marcante

Uma imagem marcante, começa por um nome marcante. Segundo especialistas o nome da empresa deve ser curto, de modo que seja fácil de memorizar e pronunciar.

Se repararmos nos nomes das corporações poderosas como o Google, Coca-Cola, etc. nota-se o quão é fácil lembrar dos serviços ou produtos que estas empresas disponibilizam, e isso acontece por que elas conseguiram definir seus nomes.

” Não deixe o nome da empresa oco, saiba defini-lo “

Fazer com que o nome da em presa reflita diretamente o que ela é, ou melhor, os serviços ou produtos que ela fornece, é o ponto chave para fundar uma boa imagem, e um bom logotipo é a melhor forma de definir o nome visualmente – pois uma imagem fala mais do que 1000 palavras.

  1. Satisfação do cliente

A satisfação do cliente deve ser a prioridade de qualquer empreendimento, pois são os clientes satisfeitos que irão dar credibilidade a marca por meio de comentários positivos sobre os produtos da empresa, comentários estes que irão consequentemente atrair outros consumidores.

Mas com satisfazer o cliente? “

É ai onde entra o marketing ou concretamente o marketing digital, que para além de ser um conjunto de estratégias de publicidade, também permite com que a empresa aproxime-se do cliente por meio das redes sócias e saiba o que ele realmente precisa ou deseja.

O marketing digital tem mostrando-se bem mais eficaz na divulgação de produtos ou serviços em relação aos meios tradicionais, e é sem dúvidas o futuro do marketing.

  1. Inovação

Criar algo de novo ou ter um diferencial forte, é crucial para conseguir criar uma marca consistente. São muitas as lojas que vendem produtos pirateados de outras marcas, porém quando compramos estes produtos, dias depois já não conseguimos lembrar o nome da loja, mais a marca original do produto permanece em nossas mentes.

Portanto é necessário procurar encontrar um ponto positivo que diferencie a marca da concorrência.

 

As melhores marcas são aquelas que marcam as pessoas. Será que a sua marca?…

 

Quando o anúncio tem tudo a ver com o desejo do cliente: coincidência?

Em algum lugar do mundo pode existir alguém, neste momento, lendo um conteúdo avulso na web e que, de repente, se depara com uma propaganda ao canto da página, a respeito de um produto qualquer. Curiosamente, esse mesmo alguém estivera realmente pensando em adquirir esse produto. Chegou a pesquisar a respeito na internet, alguns momentos antes… E tornou-se mais uma isca do mercado.

O acesso à informação tem facilitado cada vez mais a vida do consumidor. Hoje em dia, há variedades de lojas virtuais, bem como cresce o volume de compras pela internet. Seguindo essa tendência, a novidade mais recente a respeito da web é que informações valiosas sobre o perfil das pessoas chegam aos computadores das empresas, e fazem brilhar os olhos dos especialistas em marketing. Buscas online, troca de e-mails, cliques, e uma diversidade de acessos estão compondo um robusto banco de dados, que fica à disposição de empresários do mundo todo. Só é necessário estruturá-lo e aplicar-lhe as estatísticas necessárias para encontrar potenciais clientes.

É a era do Big Data! Estabeleceu-se o tempo de se buscar os dados disponibilizados em nuvem para alavancar os negócios. Conforme publicou o jornal eletrônico Meio e Mensagem, chegou o momento em que é possível transformar “quantidade em qualidade”, e a obtenção de informações acuradas e personalizadas passou a significar mais dinheiro, maior faturamento e aumento dos lucros. Além de armazenar um imenso volume de dados, a Big Data tem se tornado cada vez mais gerenciável, à medida em que novas tecnologias lhe são incorporadas para melhorar a eficiência. A expectativa é que, acompanhando o progresso tecnológico, o acesso ao banco de dados se torne menos oneroso e de mais fácil acesso, a fim de aumentar sua eficiência.

Se, por um lado, o avanço da tecnologia e a globalização abriram horizontes às relações mercadológicas, por outro, a era digital intensificou as chances de se prospectar clientes em qualquer parte do globo. Cada vez mais barreiras da comunicação são ultrapassadas pela informática e os mercados conectados, que são os que saem na frente, tornam-se superaquecidos nesse novo ambiente de concorrência virtual.

Portanto, alguém que esteja fazendo, sem qualquer compromisso, uma busca na internet inocentemente e sem compromisso, já comunicou ao gigante Big Data sobre sua intenção. A informação já chegou na nuvem e um potencial fornecedor – ou vários –, começará a se apresentar através de novos anúncios, ou outros recursos da web, na tentativa de lhe proporcionar insights e… Aumentar a carteira de clientes!

Marketing, publicidade e o consumo

Seria impossível pensar a sociedade do século XXI sem pensar no consumo como uma das forças que a sustentam e dinamizam seu desenvolvimento. Também designada pela expressão “Sociedade de Consumo”, é fortemente marcada pela aquisição de produtos (1) de forma massificada, ou seja, que passaram pelo processo de produção em série (Fordismo), normalizados e uniformizados. Outra característica emblemática da Sociedade de Consumo é a relação do consumidor com o produto, relação sígnica e comunicacional, ou seja, fruto de diálogo estabelecido simbolicamente onde o bem adquirível transcende sua constituição material e utilitária representando algo mais para o consumidor e seu grupo específico.

Os mass media

Da necessidade de dar escoamento à produção que excede à procura, surgem os fundamentos do marketing e os meios de divulgação e propagação. Assim, o marketing está presente desde a concepção de um novo produto até o estudo de estratégias de propaganda e pós-venda, mapeando o público-alvo e estabelecendo um relacionamento duradouro e cíclico entre produto e consumidor. A propaganda (publicidade, na sua ação concreta), enquanto ferramenta de marketing, tem seu alcance amplificado na abrangência dos Mass Media, “que são ao mesmo tempo canais de difusão e expressão que não se dirigem a um indivíduo mas a um público-alvo com características socioeconômicas e culturais […]” (MOLES, 1971) (Leia mais).

Marketing antes do marketing

Do escambo aos mercados populares – e é possível imaginar nas vielas de São Salvador da Bahia de Todos os Santos, no Brasil Império – um tipo de propaganda rudimentar que já se ouvia nos mercados de peixe, cada qual a destacar sua mercadoria no grito, como é feito ainda hoje nas feiras livres ou em certos aglomerados varejistas, de modo a chamar a atenção do comprador. Certamente você já ouviu a expressão “vender o peixe”, aplicada em contextos em que um produto ou serviço deverá ser divulgado com eficiência para que o provável comprador ou contratante seja motivado e persuadido. Obviamente o escambo cedeu ao lastro fiel do dinheiro, imprescindível na atualidade, outrossim, esse alarde dos mercados de peixe pode ser comparado à voz que chega mais longe difundida pelos meios de comunicação de massa, enquanto o escambo foi amplificado pela flexibilidade do dinheiro.

O prazer do consumo

Neste quadro mercadológico em que nos encontramos, não somente para escoar o excedente de produção, como foi dito acima, o Marketing ajuda a criar novas necessidades – e chamaremos de círculo virtuoso a este moto perpétuo, que inicia no anseio do consumidor, é detectado pela inteligência de marketing, passeia pela gênese do produto, segue pelo marketing introjetado na publicidade, veiculada na propaganda pelas Mass media, e volta ao consumidor aplacando a ânsia e satisfazendo sua necessidade. Aliada à compreensão da psicologia humana, a publicidade é técnica que faz este círculo girar, a satisfazer a necessidade do consumidor, ainda que muitas vezes efêmera.

Nota

(1) O conceito de produto aplica-se a qualquer bem ou serviço, produtos materiais e não materiais.

Bibliografia

(A. Moles, La Communication et les mass media, Gérard-Marabout, 1971).

 

Pesquisa nos EUA mostra que o público não confia nas marcas como antigamente

 

De acordo com uma pesquisa feita pela McCann nos Estados Unidos, exposta durante a conferência 4A’s Transformation, 42% dos norte-americanos consideram que as marcas e empresas estão menos confiáveis do que eram há 20 anos. Paralelamente, 84% das pessoas ouvidas pelo estudo, afirmaram acreditar que as marcas possuem o poder de fazer do mundo um lugar melhor. Por outro lado, cerca de 48% disseram que as marcas devem estabelecer uma identidade forte e um papel objetivo.

Durante a análise desse estudo proposta na conferência, levantou-se a discussão se as marcas deveriam ou não escolher lados em  termos políticos,  chegando-se a conclusão que isso só não precisaria acontecer caso a marca já defendesse uma causa social que fizesse sentido com a sua identidade.

A pesquisa questionou a quase mil participantes quais eram as instituições que eles mais se orgulhavam de serem norte-americanas. O resultado foi que os conservadores responderam o Departamento de Defesa, ao tempo que os liberais citaram com maior frequência a Agência de Proteção Ambiental. A única instituição bastante citada por ambos os grupos foi a NASA.

Em uma pergunta mais específica, sobre em qual marca eles votariam em termos de credibilidade, o público conservador escolheu a rede de varejo Walmart, enquanto os liberais citaram marcas ligadas ao ramo da tecnologia como o Google e a Microsoft. Os dois lados tiveram em comum duas gigantes, a Apple e a Amazon.

De acordo com o diretor de estratégia da McCann na América do Norte, Steve Zaroff, o objetivo inicial da pesquisa não era focar na política, e sim em descobrir quais os aspectos que a população dos Estados Unidos considera mais importantes para a credibilidade de uma marca. E o resultado demonstra que a política conseguiu atingir o mesmo patamar da cultura popular.

Durante a conferência, Kathleen Hall, vice-presidente de publicidade e pesquisa da Microsoft, ressaltou o ponto de vista de que os anunciantes interpretaram errado os resultados da eleição, pois supervalorizam as opiniões da população de Nova York, altamente liberal, e esquecem que os Estados Unidos é muito mais do que apenas uma cidade.

Em relação ao que deveria ser feito para recuperar a confiança do consumidor, Steve Zaroff destacou que apesar dos resultados, considera que as marcas ainda devem dar prioridade a cultura e não a política, que ser positivo ainda é um fator de destaque e que é sempre bom se preparar para feedbacks inesperados.

TSE e Luciana Lóssio atentos a desigualdades de gêneros

A advogada e juíza Luciana Lóssio foi escolhida para o cargo do Conselho Nacional dos Direitos Humanos devido ao seu historial. No início desta década, a também ministra foi nomeada para a composição do organismo referente ao Conselho Nacional de Justiça e foi a primeira mulher a ser nomeada por esta entidade para o órgão em questão. Por sua vez, Luciana Lóssio tomou posse como ministra efetiva desse mesmo Conselho em 2013 e foi um fato que deixou a então ministra do Tribunal Superior Eleitoral, Cármen Lúcia bastante orgulhosa, uma vez que esta eleição significaria uma igualdade de gêneros na composição da equipa desse Tribunal. A igualdade entre gêneros no Tribunal levou a presidente Cármen Lúcia a referir que este aumento só foi possível pelo crescente interesse feminino na área da justiça e a consequente entrada das mesmas nas áreas jurídicas aquando da sua formação. Luciana Lóssio é uma advogada com larga experiência em assuntos como os temas eleitorais e a costuma destacar a importância do TSE para estes problemas.

A história aqui retratada reflete a importância que a igualdade entre gêneros tem adquirido ao longo dos anos na sociedade brasileira. Apesar da paridade entre gêneros parecer estar resolvida no Tribunal Superior Eleitoral, um estudo de uma organização internacional concluiu que o Brasil está fora do top 100 dos 190 países observados para este estudo e que apresentam maior representatividade feminina na política. Este estudo demonstra que o Brasil ainda tem um longo caminho a percorrer no que a este tema diz respeito e coloca o nosso país atrás de alguns países muçulmanos.

Para esse efeito, o Tribunal Superior Eleitoral fez uma campanha por todo o país para sensibilizar os cidadãos para este tema. O Tribunal aproveitou o facto das eleições autárquicas estarem a chegar para fazer com que este apelo chegasse a vários pontos do país. Segundo a ministra Luciana Lóssio, “após alguns meses desde que a campanha começou a ser divulgada, já tem sido possível observar alguns bons resultados”. A campanha de sensibilização teve o objetivo de lançar o debate e a reflexão pública da matéria, e assim a juíza continuou afirmando que “é cada vez mais comum esse debate ser discutido entre rodas de amigos, colegas e familiares, o que contribui para fazer as pessoas pensarem sobre o assunto e se atentarem para a importância da representatividade feminina na política brasileira”

Outra medida implementada pelo Tribunal Superior Eleitoral foi a fiscalização progressiva dos partidos políticos que obriga a que os mesmos preencheram 30% das suas vagas sejam preenchidas por mulheres. Apenas 10% das mulheres ocupam altos cargos políticos e isso é um fator desprestigiante para o nosso país. Segundo a juíza e advogada Luciana Lóssio, “o ambiente desfavorável em determinados partidos políticos para candidaturas de mulheres, é algo que precisa ser modificado o mais rápido possível”. A também ministra brasileira é uma das principais figuras femininas que lutam perante esta desigualdade evidente e foi membro integrante do Tribunal Superior Eleitoral e pertenceu ao Conselho Nacional dos Direitos Humanos do Brasil.

Marketing Jurídico: uma opção viável para alavancar o seu negócio, mas tenha cuidado

O marketing é fundamental para qualquer empresa que queira valorizar a marca do seu produto ou serviço no mercado. Seu objetivo é explorar, criar e entregar ofertas que visam satisfazer as necessidades de um público específico. Assim, ao conseguir identificar esse público, há uma potencialização de lucro perante ele e toda a sociedade. Tudo isso ligado a um bom planejamento estratégico é a chave para o sucesso que as empresas precisam. E no meio jurídico não é diferente!

Inicialmente, é preciso saber que o Código de Ética da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) estabelece alguns limite e restrições no que diz respeito a produção do marketing, como, por exemplo, a vedação de qualquer forma de oferecimento de serviço ou captação de clientela através da internet. Mas calma, isso não é sinônimo de proibição! O Código prevê a possibilidade do uso da internet e outros meios eletrônicos como veículo de publicidade. No entanto, é fundamental que sejam observadas as orientações indicadas no texto legal, para que o conteúdo seja produzido de maneira correta.

Uma das principais medidas que devem ser adotadas pelo escritório de advocacia ou pelo profissional ao aplicar o marketing nessa área é o bom senso, pois qualquer forma utilizada que fuja do que é estabelecido no Código de Ética pode ser tornar uma ação ilegal e trazer problemas para quem a utilizou. Por isso, a propagação do conteúdo deve sempre observar os princípios éticos definidos na conduta, e somente utilizar formas exclusivas que tratam assuntos da área, como sites jurídicos e revistas do ramo. Mas atenção: é preciso evitar usar o mundo digital para se autopromover. Deve-se procurar fazer a imagem de forma legal, com propostas e questões que são pertinentes ao público, que trazem resultados e prestígio para quem o propagou.

Dessa forma, é essencial que o escritório possua um site, onde será divulgado a sua área de atuação, o perfil de seus profissionais e colaboradores, o seu entendimento do mercado e sua proposta de trabalho. Todos esses fatores são fundamentais para mostrar ao público o valor do seu serviço e, consequentemente, melhorar sua marca no mercado. Desse modo, é possível atingir alguns objetivos do marketing, como a fidelização de clientes, a venda do serviço, o aumento de visibilidade, dentre outros. Apesar disso, lembre-se que é indispensável estar atento para não cometer nenhuma atividade que vai contra a conduta.

Portanto, o marketing também está presente no mundo jurídico e é uma ferramenta indispensável para alavancar o seu negócio. Porém, é preciso ter cuidado e saber utilizá-lo com precaução, para não infringir as regras contidas no Código de Ética da OAB. Contudo, se utilizar da maneira correta, resultados positivos serão alcançados na medida que os objetivos forem atingidos. Para saber mais sobre quais são os limites impostos, acesse o informativo elaborado pela OAB/RS, Subseção de Santa Maria, clicando aqui.

 

Marcas apostam na nostalgia dos consumidores e relançam produtos antigos

Uma das novas tendências das marcas atualmente é investir em trazer de volta aquele produto que marcou a infância de toda uma geração e que há anos não é mais vendido nas lojas. De algum modo incentivada pelo avanço tecnológico, a nostalgia em relembrar produtos antigos está cada vem mais relevante, fato este que não poderia passar em branco para o mercado publicitário.

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Nokia 3310

 

 

 

 

Como exemplo desse cenário, apenas nos últimos meses foi lançado um novo console da Nintendo, febre entre crianças e adolescentes dos anos 80 e 90, relançado o chocolate Surpresa e ainda uma nova versão do celular Nokia 3310, ícone da marca no início dos anos 2000, muito lembrado até hoje pelo famoso “jogo da cobrinha”.

 

De acordo com Marcelo Pontes, especialista em marketing da ESPM, esse é um movimento cíclico. Se atualmente estamos resgatando produtos que eram populares nos anos 80 e 90, na década de 80, por exemplo, o mesmo era feito em relação a produtos dos anos 50 e 60. O que é possível perceber facilmente é que resgatar o passado não é algo ruim, pelo contrário, pois possui um apelo bastante interessante para o marketing.

Uma marca que soube fazer isso muito bem foi a Rider, que aproveitando essa tendência do mercado, relançou recentemente alguns dos seus principais modelos, que haviam sido populares há muitos anos. Segundo o gerente de marketing da Grandene, Marcius dal Bo, a marca realizou extensas pesquisa de mercado e conseguiu detectar esse movimento de nostalgia em relação ao passado, aproveitando assim para relançar o primeiro modelo Rider.

Outra marca que tem investido nessa tendência é a Nestlé, que recentemente apostou em  trazer de volta o chocolate Surpresa.  No ano de 2012, a marca já havia feito algo parecido, relançando o chocolate Lollo, que era muito lembrado pelos consumidores. Nesse caso mais recente, é visível o oportunismo da empresa em relançá-lo em uma versão especial de Páscoa, apostando na nostalgia dos consumidores em relembrarem do chocolate justamente em um período onde o consumo do doce é mais alto.

Sobre essa ação da Nestlé, o especialista Marcelo Pontes destaca que apostar no relançamento de produtos descontinuados através de edições limitadas serve como um teste de mercado para as marcas, que irão analisar o desempenho do produto antes de decidir o seu destino. Contudo, para obterem sucesso nessas ações, o especialista destaca a importância de investir nas abordagem de comunicação corretas com o público, pois o interesse da marca é que os consumidores vejam o seu produto como “nostálgico” e não como “velho” ou “ultrapassado”, um pequeno detalhe que pode fazer toda a diferença.

Para isso, as marcas precisam desenvolver um acompanhamento adequado do mercado através de algumas pesquisas em diferentes formatos para descobrir mais sobre a resposta do público a um produto.

 

Stories também no Facebook? Veja a opinião de alguns analistas

Quem está com o Facebook atualizado já deve ter percebido que, no último dia 28 de março, ele também aderiu àquele formato de propagar conteúdo que só dura 24 horas – o queridinho “Stories”, lançado pioneiramente pelo Snapchat.

Mais um Stories, por que Mark Zuckerberg? Bom, não é tão difícil de sacar a tentativa do programador e empresário norte-americano, fundador do Facebook, de enfraquecer o Snap, visto que as outras duas redes sociais pertencentes ao Facebook – o Instagram e o Whatsapp – também aderiram, antes ainda, o uso da mesma ferramenta.

Zuckerberg, por varias vezes, tentou comprar o Snapchat em 2012, no entanto, não conseguiu. O Snap, por sua vez, vinha crescendo, o que se tornou uma ameaça ao Instagram. O que o empresário pensou para frear a rede do fantasminha foi, justamente, lançar o Instagram Stories, com funções parecidas com a do concorrente. Ele fez isso ano passado, entretanto, não parou por aí. Posteriormente, o Stories foi parar no Messenger, no WhatsApp e, recentemente, no Facebook. A novidade foi ironizada nas redes sociais e virou fonte de vários memes.

Opinião dos analistas

O sócio-diretor executivo de planejamento da agência de negócios criativos Peppery, Bruno Bernardo, porém, não vê problemas na repetição do formato. Segundo ele, o risco mesmo está no processo de banalização da ferramenta.

A gerente de comunicação digital da RMA Comunicação, Daniela Giuntini, por sua vez, vê o lançamento do Facebook Stories como positivo por dois motivos – “Primeiro, porque apresenta o formato para novas audiências, que não estão no Instagram e no Snapchat. Em segundo lugar, e mais importante, é que a ferramenta amplifica a utilização de vídeos, popularizando ainda mais esta mídia como uma nova forma de se comunicar. Do mesmo jeito que no começo do Facebook não era possível publicar fotos e vídeos. Talvez, em um futuro não tão distante, o texto quase não exista por lá”.

O fundador da mLabs – uma plataforma de gerenciamento de redes sociais – Rafael Kiso, lembra que foi o Instagram que deu projeção e melhores ferramentas ao aplicativo, ainda que tenha sido o Snapchat o pioneiro no lançamento do formato. “Com a chegada do Stories e suas atualizações quase que semanais, contemplando transmissões ao-vivo, analytics, mídia paga, integração com artigos, vêm se somando ao Instagram uma grande vantagem nessa corrida”, explica Rafael.

Já o para o Vice-Presidente de inteligência digital da agência DM9, Vicente Varela, o Instagram Stories expandiu o que antes era uma experiência exclusiva de usabilidade do usuário do Snapchat. Ele ainda acrescenta – “Acredito que as plataformas não são concorrentes diretas, pois ainda temos um público mais qualificado e curador de conteúdo no Instagram, enquanto no Snapchat temos um público mais jovem e imediatista”, conclui Varela.