Especialista fala sobre erros ao divulgar marcas nas redes sociais

Com a ajuda da internet, qualquer empresa pode se posicionar em seu público alvo ou consagrar uma grande marca junto aos seus consumidores. Isso porque as informações são mais acessíveis que antes da era da internet, sendo assim, todo mundo pode pesquisar sobre determinada marca e saber se ela é ou não confiável.

Contudo, nem toda marca se dá bem no ambiente online, pois há os chamados “haters”, que são aqueles perfis das redes sociais que atacam internautas e figuras populares por não aceitarem opiniões que sejam divergentes das dele. O que significa, que se a empresa ou a marca não souber lidar com esse tipo de usuário, todo o negócio poderá ir a falência.

Segundo a especialista que atua em redes sociais, Kim Archetti, o número de haters tem aumentado constantemente nas redes sociais, mas isso não quer dizer que os empreendedores devem deixar esse ambiente por medo de ver a sua empresa ou marca ser ofendida por esses perfis. Muito pelo contrário, a especialista afirma que não há nada melhor para o marketing de um negócio do que a divulgação de sua marca nas redes sociais.

Na opinião da especialista, os empreendedores compreendem que as redes sociais são ótimos mecanismos para manter a marca sobre os holofotes de seus consumidores, contudo, ela avalia que a maioria dos empreendedores “perdem a mão ao buscar manter a página constantemente atualizada com novos conteúdos e interagir o tempo todo com o consumidor. Ao invés de oferecerem conteúdos relevantes para os clientes e se tornarem protagonistas no mercado, acabam sendo ‘haters’ e alimentando o ódio de seus seguidores nas redes sociais”, disse Kim Archetti.

A especialista esclarece que um dos maiores erros é atrelar o perfil pessoal ao perfil do negócio nas redes sociais. “É preciso cuidado na hora de usar um mesmo perfil para trabalhar a imagem pessoal e profissional, uma vez que, entre seus amigos, podem estar possíveis clientes, fornecedores e parceiros. Você pode perder grandes oportunidades ao agir por impulso, comentando tópicos somente de seu interesse”, disse Kim Archetti.

Além disso, Archetti explica alguns passos para quem quer manter a marca em evidência na internet sem a interferência dos haters:

– Não marque pessoas que não sejam próximas em posts relacionados ao negócio;

– Não adicione pessoas em grupos relacionados à marca sem que ela permita;

– Não adicione todos os seus contatos da rede social na lista de transmissão;

– Evite compartilhar temas polêmicos, ou reflita antes sobre eles;

– Não responda a nenhum comentário com grosseria.

 

Ketchup sem rótulo da Heinz é contestado por consumidores em hamburgueria

Uma nova ação promovida pela empresa Heinz mostrou o quanto a marca é preferida pelos seus consumidores em relação aos seus produtos mais vendidos, como o ketchup Heinz. O vídeo foi chamado de “Tem Heinz”, e contou com uma intervenção nunca vista antes pela empresa em uma hamburgueria chamada de ZDeli, localizada em Pinheiros, na cidade de São Paulo. A lanchonete escolhida pela marca Heinz nada mais é do que uma das mais premiadas de São Paulo, além de ser parceira da Heinz.

A intervenção foi feita a partir de câmeras escondidas que flagraram os pedidos feitos por consumidores que exigiram a presença dos produtos Heinz, descartando os tradicionais tubos de condimentos que ficam à mão dos consumidores.

O flagrante registrado mostrou que os consumidores estranharam o fato do ketchup e da mostarda disponível para eles virem em embalagens simples sem o emblema da marca. Desconfiados por serem os únicos com o produto sem a identificação da marca Heinz, os consumidores solicitaram uma outra opção para a equipe da hamburgueria ZDeli.

A hamburgueria convidou os dois primeiros consumidores que estranharam e questionaram sobre os produtos sem o rótulo da Heinz a participar da inauguração da nova unidade da empresa chamada de Centro IAB da ZDeli. Esses consumidores flagrados pelas câmeras escondidas pediram para que os garçons da ZDeli trocasse o produto pelo produto conhecido junto ao público da Heinz.

O vídeo que foi assinado pela agência de publicidade BFerraz, mostra os felizardos que foram contemplados a participar da inauguração e as reações ao ver produtos similares da marca, mas sem o rótulo da Heinz.

A primeira mensagem destacada no vídeo diz o seguinte: “Heinz se juntou ao ZDeli para reconhecer os consumidores que não abrem mão do melhor”. Então o vídeo continua com imagens das câmeras escondidas mostrando a preparação da mesa que servirá de flagrante para a empresa. A seguir, a Heinz afirma: “Afinal, quem realmente ama hambúrguer, não come qualquer ketchup”.

Segundo o gerente Global Brands que representa a Kraft Heinz, Thiago Rapp, o flagrante da empresa surgiu de uma nova estratégia adotada pela marca: “A ação nasce de um insight real e verdadeiro do consumidor que já está acostumado a ter os condimentos Heinz acompanhando os melhores hambúrgueres do país, causando estranhamento quando não os tem”.

 

Setor de serviço necessita de estratégias de marketing diferentes

A comercialização de serviços exige uma estratégia de marketing diferente da utilizada para a venda de produtos. Isso porque os serviços tem como características principais serem intangíveis (algo que não pode ser provado antes da compra), dependentes de seus prestadores (necessitam de um operador para realizar a função), e ainda não podem ser armazenados em um estoque. Sem contar que os serviços dependem exclusivamente da participação do cliente.

Sendo assim, o marketing para a comercialização dessa modalidade de negócio deve ser diferenciado e apresentar estratégias que atraia os clientes. Dentre o composto de marketing para serviços é preciso incluir na lista, além do próprio serviço que será oferecido, os funcionários, os processos para a realização do serviço e o espaço físico onde o serviço será prestado.

Esses três pilares que compõe o marketing voltado para serviços possuem algumas vantagens quando são utilizados da maneira correta. Os três itens devem sempre estar alinhados para que o cliente tenha uma ótima opinião formada sobre determinado serviço logo na primeira impressão. Para que isso seja possível, uma empresa prestadora de serviço deve sempre estar atenta aos seguintes fatos: ter um bom time de funcionários, transmitir de forma transparente o processo em que o cliente se guiará para o serviço, e proporcionar um ótimo espaço físico para que o cliente tenha o melhor daquele serviço.

Um exemplo disso é uma academia, que é um tipo de serviço bastante contratado atualmente. Uma academia que segue uma boa estratégia de marketing deve ter os três pilares voltados para atrair clientes. No caso dos funcionários, uma academia deve sempre manter bons profissionais como preparadores físicos, faxineiros e recepcionistas que proporcione um perfeito atendimento e atraia mais pessoas adeptas à uma vida saúde.

Para a parte de processos, o plano de marketing deve ter como objetivo sinalizar todo o percurso que o cliente terá de passar para alcançar o resultado esperado. Ainda no exemplo da academia, esse processo deve mostrar ao cliente quais serão os passos essenciais para que ele busque seu resultado físico.

Já em relação ao espaço físico, o marketing deve sempre estar voltado para o design, conforto e limpeza do ambiente. No caso da academia, bons equipamentos e um ambiente bastante arejado são ótimos pontos para conquistar novos clientes e fidelizar os que já existem.

 

Bruno Fagali reporta questões judiciais sobre o cigarro no Brasil e Estados Unidos

Há várias décadas o cigarro marca presença em processos judiciais ao redor do globo. Seja por conta de casos que envolvem grande apelo midiático e popular ou mesmo em situações de cunho individual, cujas consequências financeiras e coletivas representam menor impacto, o produto parecer ser uma constante no meio judicial. Atualmente, a partir da análise do contexto brasileiro e estadunidense, percebe-se que o cenário é visibilidade para o cigarro, reporta o advogado Bruno Fagali. No Brasil, recentemente, o Supremo Tribunal Federal deu início ao julgamento da matéria dos aditivos (Ação Direta de Inconstitucionalidade 4.874), que trata da adição de sabor e aroma nos cigarros. Já nos Estados Unidos, por conta de uma determinação judicial, o produto passará a ser alvo de campanhas publicitárias milionárias, noticia o sócio fundador da FAGALI advocacia.

A questão dos aditivos no Brasil

Após haver apresentado manifestação preliminar e monocrática, o STF tornou a examinar a ADI 4.874, após ajuizamento da Confederação Nacional da Industria (CNI), almejando abrir discussão acerca da possibilidade da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) expedir a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 14/2012, que versa sobre a proibição de aditivos de sabor e aroma nos cigarros comercializados em nosso país, menciona Fagali. Os defensores dessa possibilidade argumentam que a Lei 9.782/1999, em seu art. 7º, XV, apresenta em seu texto a seguinte competência: “proibir a fabricação, a importação, o armazenamento, a distribuição e a comercialização de produtos e insumos, em caso de violação da legislação pertinente ou de risco iminente à saúde”, cita o advogado. De forma complementar, é notório que a RDC 14/2012 foi elaborada contando com grande participação popular – durante as consultas públicas, em 2010, foram propostas mais de 250 mil contribuições da esfera civil. Com a aprovação da RDC 14/2012 o Brasil tornou-se pioneiro na proibição desses aditivos.

Por outro lado, argumenta-se que a coibição não poderia ocorrer via ato administrativo, apenas por texto de lei. Isto posto, ainda pondera-se que a RDC 14/2012 não leva em consideração o contexto do mercado tabagista brasileiro e que tal proibição levaria ao aumento da demanda por cigarros contrabandeados, reporta o sócio fundador da FAGALI advocacia. Pesa ainda, favoravelmente à CNI, a contradição da própria Anvisa: em 2013, um ano após a autorização da RDC 14/2012, foram liberados, excepcionalmente, mais de 120 aditivos para cigarro. Complementarmente, o STF, também em 2013, suspendeu a eficácia da RDC 14/2012 diante medida liminar movida pela CNI, liberando o uso dos aditivos, reporta Fagali.

As demandas da publicidade norte-americana

A questão referente aos aditivos não está entre as principais pautas na esfera do Direito estadunidense; também pouco se discute acerca das competências normativas dos órgãos controladores. O debate possui foco no cumprimento de uma decisão judicial de grande relevância: as quatro maiores fabricantes de cigarro do país, desde 26/11/2017, estão obrigadas a realizar – com recursos próprios – campanhas publicitárias de cunho antitabagista de forma ampla e abrangente. Deverão ser utilizados veículos comunicacionais de grande alcance como televisão e jornal durante um ano, noticia o advogado Bruno Fagali.

 

Canon mostra visita de Papai Noel em hospital infantil em comercial natalino

O novo comercial de Natal de 2017 feito para promover a Canon, contou com um toque de emoção que vai além dos clichês apresentados durante a época natalina. Produzido pela agência Dentsu Brasil, o comercial promoveu o slogan “Tem momentos que a gente guarda para sempre” enquanto mostrava uma visita do Papai Noel bastante aguardada pelas crianças do Instituto de Tratamento do Câncer Infantil, que está diretamente relacionado com o “Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP”.

Intitulado de “Uma visita inesquecível”, o vídeo mostra mais que presentes e sorrisos, como sempre vemos nos comerciais de Natais. Durante a visita ao instituto, o Papai Noel entrega vários objetos que compõe uma árvore de Natal em forma de presente. As crianças por sua vez, começam a montar uma espécie de árvore de Natal na parede, colocando pisca-pisca e enfeitos natalinos.

Mas o vídeo vai além e mostra a sensibilidade do Papai Noel, que retira sua toca vermelha e passa a cortar o cabelo com uma tesoura. Depois de algumas cenas, o Papai Noel fica careca como as crianças do instituto, que sorriem por ver um Papai Noel como elas.

No final do vídeo, a Canon promoveu o depoimento de pais e funcionários que trabalham no instituto e que aprovaram a ação realizada pela empresa. Os depoimentos falam sobre a importância de proporcionar momentos como o que foi apresentado no comercial para as crianças que passam pelo tratamento do câncer, e ainda que pequenos gestos são capazes de trazer grandes alegrias para quem está em tratamento em um hospital.

Além do comercial natalino no instituto, a Canon ainda promoveu a campanha de Natal que contempla outras três emocionantes histórias de Natal. Todas elas são sobre pessoas que fizeram o seu melhor para transformar o Natal de outras pessoas. A primeira história contada pela campanha é de Cesar Heckler, um Papai Noel que trabalha na APAE desde o ano de 2010. A Segunda história contada pela campanha tem Tatiane Ramalho como protagonista, que transforma o Natal de muitas pessoas ao utilizar a música de uma forma muito especial. Por último, a campanha contempla a história de Fátima Labigalini, que abriu as portas para uma família de refugiados da Síria neste Natal.